Influenza Suína: saiba como se prevenir

Depois da gripe aviária mais um vírus se espalha e causa pânico mundial. Trata-se da influenza A(H1N1) que ficou repetitivamente conhecida por "gripe suína", através dos meios de comunicação. O vírus tipo A, cuja vacina ainda não existe, normalmente acomete porcos, e, é uma doença respiratória capaz de levar a óbito, quando transmitido ao ser humano.

No mundo inteiro, a cada dia, inclusive no Brasil, aumenta o número de pessoas infectadas com o vírus, elevando também o nível de alerta de pandemia.

Inicialmente, a ocorrência de influenza tipo A sobre humanos tinha sido notificada no México e nos Estados Unidos. Agora são consideradas áreas de risco: Canadá, Japão, Espanha, Reino Unido, Panamá, Alemanha, França, Colômbia, Costa Rica, Itália, Nova Zelândia, Brasil, Israel, China, Bélgica, El Salvador, Coréia do Sul, Cuba, Guatemala, Holanda, Suécia, Chile, Finlândia, Malásia, Noruega, Polônia, Tailândia, Turquia, Argentina, Austrália, Áustria, Dinamarca, Equador, Grécia, Índia, Irlanda, Peru, Portugal, Suíça, Filipinas, Rússia, Islândia e Honduras, além dos Estados Unidos e do México. Portanto, todo cuidado é pouco para viajantes e pessoas que trabalham ou transitam em portos e aeroportos, pois dados epidemiológicos evidenciam que a doença é transmitida de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou espirro e secreções respiratórias de pessoas infectadas. Porém, a ingestão da carne de porco e produtos derivados não resulta em contágio.


Sintomas e Prevenção

Os sintomas da influenza A(H1N1) se apresentam por febre alta de maneira repentina (acima de 38ºC) e tosse podendo estar acompanhada de dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, e dificuldade respiratória. De acordo com informações do Ministério da Saúde, por meio do governo mexicano, os sintomas podem iniciar no período de 3 a 7 dias e a transmissão ocorre principalmente em locais fechados. Contudo, com a finalidade de minimizar os efeitos da disseminação da influenza A, a Diretora Geral da OMS, Dra. Margaret Chan, considerou prudente que as pessoas que estejam doentes, nas áreas afetadas, adiem viagens internacionais e que as pessoas com sintomas após viagens internacionais procurem atendimento médico imediato. O Ministério da Saúde ainda recomenda aos viajantes que se destinam às áreas afetadas que usem máscaras cirúrgicas descartáveis, durante toda a permanência nessas áreas, e substituam a máscara sempre que necessário; ao tossir ou espirrar, cubram o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável; evitem locais com aglomeração de pessoas e o contato direto com pessoas doentes; não compartilhem alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal; evitem tocar os olhos, nariz ou boca; lavem as mãos freqüentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar; em caso de adoecimento, procurem assistência médica e informem história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes a esses países; e, não façam uso de medicamentos sem orientação médica.

Então, se você já está de malas prontas e pretende sair do país siga corretamente as recomendações orientadas pela Organização Mundial de Saúde e Ministério da Saúde e faça uma boa viagem. Cuide-se!


Telefones e Sites úteis:

- Disque Saúde: 0800-61-1997
- Ministério da Saúde: www.saude.gov.br
- Secretaria de Vigilância em Saúde: www.saude.gov.br/svs
- Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA: www.anvisa.gov.br
- Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: www.agricultura.gov.br



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